quarta-feira, 24 de julho de 2013

Atlético vence nos pênaltis e é campeão da Libertadores


O raio do Atlético Mineiro caiu duas vezes no mesmo lugar. Depois de reverter grande desvantagem na semifinal, o time do técnico Cuca voltou à carga na noite desta quarta-feira ao anular a vitória do Olimpia por 2 a 0, no jogo de ida, com um triunfo pelo mesmo placar no tempo normal, um 0 a 0 na prorrogação e o salvador 4 a 3 nos pênaltis. A mais nova virada histórica do Atlético assegurou o inédito e sonhado título da Copa Libertadores, em um lotado Mineirão.
De uma só vez, o troféu acabou com a pecha de que o time só conquistava torneios regionais e consolidou a posição do Atlético no panteão dos grandes do Brasil. O título ainda pôs fim à fama de "azarado" de Cuca, que até então só havia faturado estaduais. Com uma parceria bem-sucedida com a experiência de Ronaldinho e Diego Tardelli e a juventude de Bernard, o treinador obteve seu maior troféu da carreira.
Como aconteceu no duelo da semifinal, o Atlético sofreu em campo e levou à torcida ao desespero. Apesar da pressão constante, o time mineiro só chegou ao primeiro gol no início da segunda etapa, com Jô. O segundo veio apenas aos 41, da cabeça do zagueiro Leonardo Silva. Depois de uma prorrogação desgastante, os brasileiros conquistaram a Libertadores nos pênaltis pelo placar de 4 a 3.
A final desta quarta não foi histórica apenas em razão do título inédito do Atlético. A segunda partida da decisão contou com um recorde de renda: R$ 14.176.146,00. A cifra é superior ao dobro da marca anterior, de R$ 6.948.710,00, registrada também neste ano, no duelo entre Flamengo e Santos, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília.
O JOGO - Novamente sob pressão, o Atlético começou a partida desta quarta do mesmo jeito que terminou o segundo jogo da semifinal, contra o Newell's Old Boys: atacando de forma desesperada. Logo aos 2 minutos Diego Tardelli já criava grande chance de gol ao levantar na área. Bernard e Jô não conseguiram completar a jogada.
Até Ronaldinho, apagado no Paraguai, contribuía de forma mais efetiva. Aos 9, acertou bom chute de fora da área e exigiu boa defesa do goleiro Martín Silva. No minuto seguinte, Réver tentou de cabeça, para fora. O Atlético dominava com facilidade - chegou a ter 70% de posse de bola no primeiro tempo - e dava esperanças à torcida.
Mas, aos poucos, passou a repetir os erros do jogo de ida. As jogadas ofensivas se restringiam ao lado direito, com o lateral Michel, Tardelli e, desta vez, até Bernard, suspenso no primeiro jogo. A insistência por este lado facilitou a marcação paraguaia, que não teve maior problema para neutralizar as investidas.Atlético-MG x Olimpia
Com pouco espaço no meio-campo e sem arriscar pela esquerda, o Atlético arriscava nos cruzamentos na área. Foram 22 somente na etapa inicial. Sem sucesso. O ritmo de jogo acelerado desde o apito inicial acabou gerando cansaço a partir dos 30. E o Olimpia tentou aproveitar o momento.
Aos 33, Alejandro Silva teve chance clara dentro da área, mas bateu em cima de Victor. Antes, aos 15, Bareiro havia desperdiçado oportunidade ainda mais clara de gol. Em jogada individual pela esquerda, entrou na área e finalizou direto, enquanto tinha um companheiro sem marcação na pequena área.
O Atlético terminou o primeiro tempo assustado com as investidas perigosas do rival. Nas arquibancadas do Mineirão, a torcida alternava desânimo e desespero. O medo, contudo, foi rapidamente substituído por novos gritos de "eu acredito" assim que o segundo tempo começou.
Antes de o cronômetro completar o 1º minuto, a torcida já comemorava o gol de Jô. O atacante aproveitou furada de Pittoni dentro da área para completar cruzamento de Rosinei, que acabara de entrar em campo, no lugar de Pierre. Com seu sétimo gol, Jô garantia a artilharia da Libertadores.
Retomando o ritmo alucinante do início, o Atlético quase marcou o segundo aos 5, quando Tardelli pegou de primeira dentro da área e parou na grande defesa de Martín Silva. Jô, aos 10, e Leonardo Silva, aos 14, também desperdiçaram boas oportunidades. De cabeça, o zagueiro acertou o travessão.
Além de colocar Rosinei, Cuca trocou Tardelli e Michel por Luan e Alecsandro. O poder ofensivo do Atlético aumentava na mesma medida da afobação das jogadas e do desespero da torcida. A pressão atleticana aumentava a cada minuto até atingir o limite com o chorado segundo gol.
Aos 41, Bernard cruzou da direita na área e Leonardo Silva subiu mais alto para colocar a bola no canto esquerdo de Martín Silva, batido no lance. Dois minutos antes, Manzur havia recebido o segundo cartão amarelo, e o consequente vermelho, deixando o Atlético com um a mais em campo nos instantes finais da etapa final e da prorrogação.
O tempo extra foi um duelo franco entre o ataque atleticano e a defesa paraguaia. O Olimpia abdicou de atacar, satisfeito apenas em catimbar e manter a posse de bola, em busca dos pênaltis. O time mineiro, por sua vez, seguia bombardeando o gol de Martín Silva. Na melhor chance da prorrogação, Réver acertou o travessão.
A bola, contudo, não voltou a balançar as redes enquanto o cronômetro registrava o tempo da partida. E os dois times, sem esconder o desgaste, decidiram o troféu nas penalidades. O Atlético levou a melhor ao converter todas as quatro cobranças que teve, com Alecsandro, Guilherme, Jô e Leonardo Silva, e ver o Olimpia desperdiçar duas finalizações. Victor fez uma defesa e Giménez mandou na trave, selando a sonhada conquista atleticana e a vaga no Mundial de Clubes da Fifa.
FICHA TÉCNICA:
ATLÉTICO-MG 2 (4) x (3) 0 OLIMPIA
ATLÉTICO-MG - Victor; Michel (Alecsandro), Réver, Leonardo Silva e Júnior César; Pierre (Rosinei), Josué, Ronaldinho e Diego Tardelli (Luan); Bernard e Jô. Técnico: Cuca.
OLIMPIA - Martín Silva; Mazacotte, Manzur, Miranda; Candia, Pittoni, Aranda, Nelson Benítez e Alejandro Silva (Giménez); Salgueiro (Baez)e Bareiro (Juan Ferreyra). Técnico: Ever Hugo Almeida.
GOLS - Jô, a 1 minuto, e Leonardo Silva, aos 41 minutos do segundo tempo.
CARTÕES AMARELOS - Bernard, Benítez, Salgueiro, Martín Silva, Luan.
CARTÃO VERMELHO - Manzur.
ÁRBITRO - Wilmar Roldán (Colômbia).
RENDA - R$ 14.176.146,00.
PÚBLICO - 56.557 pagantes (58.620 no total).
LOCAL - Estádio Mineirão, em Belo Horizonte (MG).

Os 7 lances capitais do Galo campeão da Libertadores 2013

Torcida do Galo acredita e comparece em peso no Minerão

Juarez Rodriguez EM DA PRESS

Torcida do Galo acredita e comparece em peso no Minerão


Torcida do Galo acredita e comparece em peso no Minerão

Torcida do Galo acredita e comparece em peso no Minerão

Torcida do Galo acredita e comparece em peso no Minerão

Torcida do Galo acredita e comparece em peso no Minerão


terça-feira, 23 de julho de 2013

Aos 84 anos, morre bicampeão mundial Djalma Santos


Aos 84 anos, morre bicampeão mundial Djalma Santos

Morreu na noite desta terça-feira (23), aos 84 anos, o ex-lateral direito Djalma Santos, bicampeão mundial com a seleção brasileira em 1958 e 1962 e ídolo de Palmeiras, Portuguesa e Atlético Paranaense, em Uberaba (MG).  
O ex-atleta estava internado no hospital Doutor Helio Angotti desde o dia 1º de julho e apresentava um quadro de insuficiência respiratória e pneumonia. Durante a tarde, o hospital já havia divulgado que o quadro de Djalma era grave e que ele demonstrava um grave comprometimento renal.
A trajetória de Djalma Santos
Nascido em 27 de fevereiro de 1929, na cidade de São Paulo, Djalma Santos começou a sua carreira no ano de 1948, vestindo a camisa da Portuguesa e atuando como volante. Mas foi na lateral direita que o ex-jogador se sentiu mais à vontade e brilhou por toda a sua carreira.
Djalma foi convocado para a seleção brasileira pela primeira vez para a disputa da Copa do Mundo de 1954, na Suíça, e se destacou nas três partidas realizadas pela equipe canarinho. Na Copa de 1958, o lateral participou apenas da partida final, contra a Suécia. De Sordi, titular na campanha inteira, não se encontrava em condições de disputar a decisão e deixou a vaga para Djalma. O jogador da Portuguesa teve atuação tão fantástica que foi eleito o melhor da posição naquele mundial, mesmo tendo participado de apenas um jogo.
No ano seguinte, se transferiu para o Palmeiras e foi peça fundamental da equipe conhecida como “Academia de Futebol”, ao lado de craques como Ademir da Guia, Luís Pereira, Juninho Botelho e Leivinha. Com a camisa alviverde, foi bicampeão da Taça Brasil (1960 e 1967), campeão do Torneio Roberto Gomes Pedrosa de 1967, do Rio São Paulo de 1965 e dos Campeonatos Paulista de 1959, 1963 e 1966. O atleta encerrou a sua passagem pelo Palmeiras com 498 partidas (295 vitórias, 105 empates e 98 derrotas).
Na Copa de 1962, disputada no Chile, Djalma foi um dos destaques do bicampeonato da Seleção Brasileira, atuando em todas as seis partidas da equipe. Ainda defendeu o Brasil na Copa de 1966, na Inglaterra.
Antes de se aposentar, Djalma Santos defendeu também as cores do Atlético Paranaense e foi campeão estadual em 1970, o seu último título. Se retirou dos gramados no dia 21 de janeiro de 1971, perto dos 42 anos de idade.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

ITA FUTEBOL CLUBE ITAPORANGA-PB 1980


Em pé: GÊ, DAMIÃO BARROS, TICO, NICOCA, DEJA, VAVÁ, ILDEFONSO, BENEDITO RODÃO, VADO DO BADALO  E JOÃO LUCIO (nosso folclórico torcedor). Agachados: PAQUETA, CARLINHOS, NALDO GIL PAULO E ZÉ CAIANA.


Benedito Rodão , Zoff, Diá Cirilo,Ildefonso,Vavá,, Futica, Fusquinha, João Neto Braz,Bel,Ricardo,Zé Caiana,Alberto,Edmundo. 

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Convite Missa de 30 dias - Pedro Henrique de Araújo Alves

Convidamos a todos participarem da missa de 30 (trinta) dias em memória de Pedro Henrique de Araújo Alves, que será realizada no próximo dia 20, sabado ás 19hs, na Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição. Desde já agradecemos a todos que se fizerem presentes. 

A Morte Não é Nada

Eu somente passei para o outro lado do caminho.
Eu sou eu, vocês são vocês. O que eu era para vocês,
eu continuo sendo. Me dê em o nome que vocês sempre me deram.
Falem comigo, como vocês sempre fizeram.
Vocês continuam vivendo no mundo das criaturas,
eu estou vivendo no mundo do criador.
Não utilizem um tom solene ou triste. 
Continuem a rir daquilo que nos fazia rir juntos.
Rezem, sorriam, pensem em mim.
Que meu nome seja pronunciado como sempre foi, 
sem ênfase de nenhum tipo. 
Sem nenhum traço de sombra ou tristeza.
A vida significa tudo o que ela sempre significou.
O fio não foi cortado. 
Porque eu estou apenas fora de suas vistas!
Eu não estou longe, apenas estou do outro lado do caminho...
 Vocês que ai ficou, siga em frente.
A vida continua linda e bela como sempre foi. 

(Santo Agostinho)

terça-feira, 16 de julho de 2013

Ibiara: VII torneio de futebol do Pereirinha; dias 27 e 28 com mais de 5 mil em prêmios. Confira!

Ibiara: VII torneio de futebol do Pereirinha; dias 27 e 28 com mais de 5 mil em prêmios . Confira!

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A BASE DO CARCARÁ

A segunda fase do Carcará e a criação do Bentivi. Em pe: Viniho Inacio (taí de gaiato não era nada do time), Helinho Bidô, Zé Carlos, Iraldo Laú, Ronaldo Gabirú, Paulo de Dedito, Gilmar Pessoa, Micoca, Ié, Aldemir Lopes e o treinador Assis. Agachados: Zié, Ricardo de Carminha, Geraldo, Lula Lopes, Eladio Filho, Chico Miudinho e Lolô.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

SELEÇÃO FEMININA DE HANDEBOL CAMPEÃ DO JEVAP´S 2013


SELEÇÃO DE HANDEBOL FEMININA DO COLÉGIO DIOCESANO CAMPEÃ DO  JEVAP´S 2013
com Joseanne Tomaz, Mayane Araújo, Thais Frade, kaunny vieira, Priscylla Klly, Beatriz Pereira, Ana Raquel Santos, Larissa Ricarte, Anna Clara Mendes e Yanka Marcela.
Técnico Ismael Fernandes